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Mostrando postagens com o rótulo Liderança

Sr. Nariz

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Continuando na esfera do mundo de liderança e de líderes, algumas vezes nos deparamos com aquelas pessoas que lutam contra seus próprios narizes. Como é isso? São aquelas pessoas que de tão arrogantes e acintosas, possuem seus narizes maiores que elas próprias.  São criaturas que não escutam opiniões. Não escutam conselhos, não escutam as pessoas da sua equipe e apenas fazem as coisas a sua maneira. Lutam desesperadamente na esperança que um dia a deusa da Cirurgia Plástica acabe redimindo seu avantajado nariz. Mas de que adiantaria? Sairia um nariz perfeito e entraria um dedo. Um dedo que aponta para tudo e para todos. Um dedo autoritário, absolutista e acusador. Pois assim são os narigudos. Não assumem responsabilidades por seus atos, ou não atos, mas sempre procuram em quem colocar uma culpa ou alguém pra intimidar. Sr. Nariz apenas manda fazer. Se houver sucesso o mérito é dele. Se falhar, a culpa foi sua. Sr. Nariz gosta de oprimir. Ele chama sua atenção na frente de...

I'm Spartacus!

Tem um filme antigo, mas muito bom chamado Espártacus, do Stanley Kubrick. Espártacus foi um ex-soldado romano, desertor que foi expulso do exército e transformado em escravo. De escravo tornou-se gladiador, devido a sua força. Como escravo e gladiador, liderou a Terceira Guerra Servil, ou Revolta dos Escravos, da Antiga Roma. Na época que Kirk Douglas era uma versão melhorada de Kurt Russel e imperadores não gladiavam. Uma cena do filme merece especial atenção, quando o General Marco Licínio Crasso envia ao acampamento uma ordem de execução poupando a crucificação dos escravos rebelados, substituindo essa pela crucificação de Espártaco, contanto que eles entregassem o mesmo. Nesse momento todos os escravos começam a auto-identificarem-se como sendo Espártacus, não entregando seu líder. Mas não irei blogar sobre o filme. O post é sobre a questão de liderança. O que leva um grupo de indivíduos assumirem uma culpa que não é sua, pondo em risco sua própria segurança, por uma única pessoa?...

Liderança

A menina, de 13 anos, ganhou um prémio e foi cantar o hino dos EUA, num jogo da NBA. Vinte mil pessoas no estádio. Ela afinada e compenetrada. De repente o braço tremeu, engasgou -se, esqueceu-se da letra... e DEU UM BRANCO !!! Treze anos, sozinha, ali no meio. e o público ameaça uma VAIA. De repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público. Só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto à volta dela começava-se a ensaiar a vaia. Mo Cheeks, mostra o que é liderança e como uma atitude de apoio, NA HORA CERTA, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos, e aos outros, a mudar a história. Será que isso já não nos aconteceu? E a nossa atitude, foi como a do técnico Mo Cheeks ou como a de todos os outros que estavam à sua volta? A 13 years old girl won a prize and was invited to sing the USA Hymn on a NBA game. Twenty thousand people on stadium. She tuned up and concentrated. Su...