terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Too much work... So few sleep!





Since the year had begun I haven't been sleeping very well. I lay down, turn one side, turn another side, and only late at dawn I can sleep. And suddenly I have to get up to work. Even in the weekends I haven't been sleeping enough. This, somehow (or very how), has been affecting my productivity at work and even in my personal tasks.
Searching for the reasons for haven't been sleeping well, the overworking fitted perfectly. The beginning of this year was quite agitated, and has been being since then. When you get home and turn on your laptop, even for personal tasks, it leads your brain in intense activity when you lay down on bed.
A research at the American Journal of Epidemiology showed that a group of person that used to work over 55 hours a week had had worst performance on the tests results, then the group which used to work around 40 hours a week. The tests evaluated verbal memory and skills, fluid intelligence (associated with short-term memory, abstract thinking, creativity, and problem solving), and crystallized intelligence (learning accumulated over the life span in education, work, and cultural experiences). This last one even keep growing until the 60's or 70's years old, and only starts to decrease starting from 80's.
Have notice that when I speak about overworking I'm not talking about only your job by itself. Understand that overworking is also the tasks that you do when you get in your home (or somewhere out of work place). Turn on your laptop for personal stuffs, for example, when you arrive at your home, can contribute in the increasing of your week working hours.
To take the prove in this last Wednesday I resolved to, arriving home, I wouldn't turn on my laptop or TV. I took a shower, had my dinner, put on my pajamas and gone to bed. I put a Classical Music radio station and read a book. My dog laid down by my side and near 20:30 I just turned off. Slept. I woke up  in the other morning totally renewed, in ecstasies, "Good Morning Sun" and "Tinny Kisses of Light". In that day I got a better food, had more energy and even I got a better mood - those who knows me, knows how surreal it is!
So, even being necessary you do overworking sometimes, having more the 48 working hours a week, when you start to feel very tired, not getting a good sleep night, try this. Disconnect of everything that is your normal routine. Disconnect by yourself, with only your dog, with your friends or your partner. Just be abstracted of everything that reminds your routine and have a good night!

Muita atividade... Pouco sono!


Desde o começo desse ano de 2016 não tenho dormido direito. Deito, embolo pra um lado, embolo para o outro e só pelas tantas da madrugada que o sono chega. E logo tenho que levantar para o trabalho. Mesmo fim de semana não tenho conseguido por o sono em dia. Isso, de certa (ou completa) forma vem afetando minha produtividade no trabalho e até pessoal.
Em busca dos motivos de não estar dormindo direito, o excesso de atividades encaixou-se perfeitamente. O começo do ano foi bastante agitado e desde então assim tem sido. Quando você chega em casa e ainda liga o laptop, mesmo que para tarefas e coisas pessoais, deixa seu cérebro em plena atividade ao deitar-se.
Uma pesquisa publicada no Jornal Americano de Epidemiologia mostrou que grupos de pessoas que trabalhavam mais de 55 horas semanais tiveram menores pontuações nos testes do que grupos que trabalhavam até 40 horas semanais. Os testes englobavam memória e habilidades verbais, fluidez da inteligência (associada a memória a curto prazo, pensamento abstrato, criatividade e resolução de problemas.), e inteligência cristalizada (aprendizado acumulado durante a vida educacional, profissional e cultural). Essa última, inclusive, tende a aumentar até os 60 - 70 anos e só começa a diminuir a partir dos 80.
Note que quando falo em excesso de atividades não estou relacionando apenas ao trabalho por si só. Entenda por excesso de atividades, as atividades que você realiza ao chegar em casa. Ligar o laptop para coisas pessoais por exemplo, ao chegar em casa, influencia nas sua carga horária semanal.
Para tirar isso a prova, na última quarta-feira resolvi que, ao chegar em casa, não iria ligar meu laptop nem assistir TV. Tomei meu banho, jantei, coloquei meu pijamas e fui pra cama. Coloquei uma estação de músicas clássicas e fui ler um livro. Meu cachorro deitou-se ao meu lado e as 20:30 aproximadamente eu apaguei. Acordei renovado, extasiado, “bom dia sol” e “beijinhos de luz”. Nesse dia me alimentei melhor, estava mais disposto e até com o humor melhor - quem me conhece sabe como isso é surreal.
Então, mesmo que seja necessário você fazer suas horas extras, prolongar suas atividades para além das 48 horas semanais, quando sentir-se esgotado, sem conseguir dormir direito, tente isso. Desligar-se de tudo que seja rotina por uma noite. Seja sozinho com seu cachorro. Seja com amigos. Seja com sua (seu) companheiro(a). Apenas se abstraia do que remete a sua rotina e tenha uma boa noite!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Tablespaces BigFile, Normais e seus tamanhos: Como e quando usá-los

Até a versão 9i do Oracle, você normalmente podia criar tablespaces com datafiles até 32G (aproximadamente). Eles eram (são) chamados "Smallfile Tablespaces". Particularmente prefiro chamá-los de "Normalfiles", porque "Small" me dá uma impressão de um tamanho até 2G ou 4G. Na versão 10g em diante o Oracle te deixa criar tablespaces com datafiles maiores, até 128T dependendo da arquitetura do SO (64 bits) e do tamanho dos blocos (32K).
Usando Tablespaces Smallfile normalmente um administrador de banco de dados pode criar até 1024 datafiles, cada um até 32G - o que nós dá aproximadamente 34T de dados - usando um block size de 8K. Bem sabemos que atualmente esse volume de dados é insignificante para alguns sistemas/empresas, como a Google, VISA, etc. Especialmente aquelas que armazenam vídeos, imagens de alta resolução e áudio.
Uma Tablespace BigFile pode armazenar mais de três vezes um banco de dados completo que utiliza apenas smallfiles, em uma única tablespace. Usando um block size de 32K o banco de dados pode atingir 8 Exabytes. É muito dado armazenado. Infelizmente isso também pode trazer problemas. Quanto maior for o datafile, maior será o tempo para restaurar seu backup ou realizar alguma manutenção nele.
Algumas dessas manutenções requerem que o sistema fique off-line, dependendo do que esteja armazenado nesse datafile. Uma boa prática para evitar isso seria desenhar o modelo de dados de modo que possa dividir as tabelas que guardariam dados grandes (ex.: tabelas com campos BLOB ou CLOB) em tablespaces BigFile, enquanto o restante dos dados permaneceria em tablespaces normais.. Ou ainda você pode particionar a tabela colocando os dados que são menos acessados em uma partição dentro do BigFile. Fazendo isso apenas uma parte do seu sistema ficaria inacessível durante uma manutenção.
Por exemplo, em um sistema de gestão hospitalar e diagnósticos. Você pode colocar as tabelas que armazenam vídeos e imagens para diagnósticos em um BigFile, enquanto o estoque, faturamento e outras rotinas administrativas podem ficar na tablespace normal. Desse modo apenas uma parte do sistema (diagnósticos) ficaria inacessível durante a manutenção.
Por outro lado já existem Appliances (máquinas fechadas com configuração de fábrica direcionada para ambientes e fins específicos) feitos para lidarem com essas necessidades, como o BigData e ExaData da Oracle, InfoSphere e Watson Foundation da IBM, o CISCO USC (da CISCO, claro) e muitos outros.
Então, é melhor você ter um conjunto de pequenos soldados, que movem-se mais rápido e distribuem-se de vários lados, ou um único enorme soldado, movendo-se lentamente e de uma única direção? Tudo depende da sua estratégia!


BigFiles Tablespaces, Normal Tablespaces and Tablespaces Sizes – How and When to use them

Until Oracle version 9i you normally only could create tablespaces with datafiles up to 32G (near that). They're called “Smallfile Tablespaces”. Particularly I prefer to call them “Normalfile”, because Small gives an impression of a size up to 2G or 4G. With version 10g and further, Oracle lets you create tablespaces with larger datafiles, up to 128T depending on the OS architecture (64 bits) and block size (32k).

 With a Smallfile Tablespace, normally the database administrator can create up to 1024 datafiles with 32G each – which gives nearly 34T of data – using 8K block size. We know that nowadays this amount of data isn't significant for some systems/companies, like Google, VISA, etc. Specially those which store videos, high resolution images and audio.
 A BigFile Tablespace can store more then three times a hole database that uses smallfiles, in a unique tablespace. Using a 32K block size, the database can reach 8 exabytes.  It's a huge amount of data. Unfortunately this can also bring some problem. As bigger is the datafile, as longer will be the time to restore its backup or do some maintenance on it.
 Some of those maintenance must bring the system offline depending on what is stored in the datafile. A good practice to avoid it, is to design your database in a way that you can divide tables that store large data (e.g.: Tables with BLOB or CLOB data) into a big file tablespace while the others in a normal tablespace. Or also you can partioned the table putting the less accessed data into the big file tablespace. In doing this, only a part of your system will be inaccessible during a maintenance.
 For example, in an Hospital Informatics System you can divide the tables which stores videos and images for diagnosis in a big file, while the stock, billing and administrative routines can stay in a normal tablespace, making that the system become available for those routines while only the diagnosis part will be offline for a maintenance.


On another hand there are Appliances (closed servers with a factory made configuration ready and directed for an specified needing) built to deal with those necessities, like BigData or ExaData, from Oracle, InfoSphere and Watson Foundations, from IBM, the CISCO USC and many others.

 So, is better you have a bunch of small soldiers, that move faster and from many sides, or one big and strong soldier, moving slowly and in a unique direction, in your army? All depends on your strategy! 




quinta-feira, 24 de abril de 2014

And if there was Black Metal bands 5.000 years ago?

 
"There shall not be found among you anyone who burns his son or his daughter as an offering,[a] anyone who practices divination or tells fortunes or interprets omens, or a sorcerer 11 or a charmer or a medium or a necromancer or one who inquires of the dead, for whoever does these things is an abomination to the Lord" Dt. 18, 10 - 12
Black Metal bands probably would have all of its components burned and stoned (not necessarily in this order) in those times, 5.000 years ago. With its lyrics full filed with death, witchcraft, references to ancient satanic rituals and demons, those bands become easy targets of religious fanatic or simply unenlightened people, who believe that the mere fact that you wear a shirt of any of these bands and listen to their music turns you into a follower of Lucifer. Okay that early black metal was part of a movement against Christianity, often encouraging followers to literally burn churches. But particularly I listen black metal as well as other types and rock bands and doesn't mean that I'm a worshiper of the devil and make sacrifices with newborns on the Sabbath.
Even recently, I found a band that seems to be little known here in Recife, and why not say here in Brazil: Acid Witch. The band is from Detroit and brings a sound that differs from the traditional riffs of the Black Sabbath. They even use a keyboard in many songs (very unusual for black metal). All production is done by members of the band, bringing back that old underground attitude is missing nowadays. And I found the keyboards very cool.
I also found a very cool Metal website (Black Metal, Death, Classicals, etc...). You can find (and download) a lot of good stuff there, like Sacrificia Mortuorum (France), Nartvind (Belgium), Dauden I Mørke (USA), Ghremdrakk (Belgium), Darkspace (Switzerland), Akerbeltz (Spain), Vomitor (Autralia), besides, of course, the Norwegian Immortal. I even found national stuffs like Catacumba, Hecate, Funeral WinterDust and Omfalos.
Another website which I indicate to buy t-shirts (and other stuffs) is Hell'sHeadbangers. I bought an Acid Witch t-shirt there, and it arrived a few days ago. Ok, it was two months later but it's acceptable, once the product comes from abroad and pass through a several of brazilian customhouse bureaucracy to arrive at my home. If you want something faster I suggest the RockStore with a nice variety of t-shirts or TudoRock with good prices.
I went to the old downtown (Recife Antigo) try to drink some beer, listening the good and old nordic metal, but I heard, and confirmed my suspicious, that the Bar do Metal (Bar of the Metal), in the Bom Jesus Lane, is closed. Now I'm looking for another similar place. A company partner told me that in Tomazina Street, after the Burburinho bar, they play metal in one of those bars. I went there one of these days but all the place was too obscure. I miss the Bar do Metal near the Ponte do Janga (Janga's Bridge)...

E se existisse Black Metal há 5.000 anos atrás?



"Não haja em teu meio quem faça passar pelo fogo o filho ou filha, nem quem consulte adivinhos, ou observe sonhos ou agouros, nem quem use a feitiçaria; nem quem recorra a magia, consulte oráculos, interrogue espíritos ou evoque os mortos. Pois o Senhor abomina quem se entrega a tais práticas." Dt. 18, 10 - 12
As bandas de Black Metal provavelmente teriam todos os seus integrantes queimados e apedrejados (não necessariamente nessa ordem) naqueles tempos, a 5.000 anos atrás. Com suas letras recheadas de morte, feitiçaria, referência a antigos rituais satânicos e demônios essas bandas tornam-se alvos fáceis de religiosos fanáticos ou simplesmente não esclarecidos, que acreditam que o simples fato de você usar uma camiseta de alguma dessas bandas, ou escutar suas músicas, o tornam um propenso seguidor de lúcifer.
Tudo bem que no começo o Black Metal fazia parte de um movimento contra o Cristianismo, muitas vezes incentivando os seguidores a queimarem literalmente igrejas. Mas particularmente escuto Black Metal, assim como outros tipos e bandas de rock e nem por isso sou um adorador do demônio e faço sacrifícios com recém-nascidos no Sabbath.
Inclusive, recentemente, encontrei uma banda que parece ser pouco conhecida aqui em Recife, e porque não dizer aqui no Brasil: Acid Witch. A banda é de Detroit e trás um som que difere dos tradicionais riffs do Black Sabbath. Inclusive com uso de teclado em muitas músicas (bem incomum no black metal). Toda a produção é feita pelos integrantes da própria banda, trazendo de volta aquela velha atitude underground que falta hoje em dia. O tecladinho ficou muito massa...
Achei também um site bem bacana de Metal (Black Metal, Death, Clássico, etc.). Dá pra encontrar (baixar) muita coisa boa lá, como Sacrificia Mortuorum (França), Nartvind (Bélgica), Dauden I Mørke (EUA), Ghremdrakk (Bélgica), Darkspace (Suíça), Akerbeltz (Espanha), Vomitor (Austrália), além de claro a Norueguesa Immortal. Achei até coisas nacionais, como Catacumba, Hecate, Funeral WinterDust e Omfalos.
Outro site que eu recomendo para comprar camisas importadas é o Hell'sHeadbangers. Comprei uma camisa do Acid Witch lá e ontem a encomenda chegou. Dois meses depois, mas é aceitável, uma vez que o produto é despachado do exterior e passa por toda uma burocracia para chegar. Se você quiser uma coisa mas rápida eu sugiro a RockStore com uma boa variedade de estampas de camisas ou a TudoRock com ótimos preços.
Fui ao Recife Antigo tentar tomar umas em um bom bar que tocasse o bom e velho metal nórdico, mas fiquei sabendo, confirmando minhas suspeitas, que o Bar do Metal, na Travessa do Bom Jesus, fechou suas portas. Agora estou em busca de outro lugar semelhante. Um brother da empresa me falou que na Rua Tomazina, depois do Bar Burburinho, rola Metal em um daqueles bares. Passei lá um dias desses mas a coisa estava muito obscura. Saudades do Bar do Metal próximo a Ponte do Janga...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Civic and Moral Edication... Why did you go away?

 
I was about to wait a little more to post this, because I was looking for my old school evaluations rates, but as today is Teachers Day (at least here in Brazil) I post this kind of testimonial to those, that in a kind of way gave so much contribution to our ethic and moral formation.
At the end of the 80's, when I still studied at São Bento School from Olinda, we still could find in our program a subject which I, particularly, can't understand why it was took away: Civic and Moral education. The subject was introduced as mandatory during the Military Regime. The subject treated questions related to the society. The strengthening of national unity and sense of human solidarity, the improvement of character, the moral support, dedication to family and community and the preparation of citizens for the exercise of civic activities on the basis of morality, patriotism and constructive action, for the common good. In the year of 1998 was abolished from the PCN (National Standard Program), indeed, ethics, solidarity and social contribution are superfluous things and not a part of the subjects to the University entrance exams.
I'm not saying that lack of this subject in current school program has as consequence a society based on futile values and degraded. Much of this comes from the family values ??and even religious values ??and teachings. I'm not trying to evangelize or convert anyone here. Just observed it all through my evolution among three messy decades that I have passed.
The extinction of the subject doesn't mean the end of the community values, but at least, it was something. Little things that go currently unnoticed from teachings from parents to their children. Parents who don't teach children to don't throw garbage on streets. Don't teach their children to respect their teachers and older. Parents who don't accompany children studyies and leave the TV and internet build their education. And parents who don't teach to save resources, water and to recycle. Perhaps isn't their fault, because they hadn't access to those teachings and be able to pass them on.
However surprises me (and disappoint me) to see people whose should be example of moral and ethic, being embezzling, stealing resources, facilitating illicit things and stomping people. But, so what? The people itself, electors, choose them to their representation! So, why to conscience people about the importance of their vote? Which are the values that the children of those politicians are learning? Who cares?
Lucky for us that not everything is lost. There are still people in the command which insists on moral and ethic values as the basis of a just and dignified society for all citizens. People like Mr. Joaquim Barbosa, Minister of the Supreme Court, and the General Attorney of the Republic, Mr. Rodrigo Janot whose defends the prison for those involved in the Brazilian corruption scandal called "mensalão" that presented court appeals merely with the purpose to postponing the final decision.
Maybe they had good evaluations on this discipline...

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