Na rua, na chuva, na fazenda...

Sentimentos nunca são verdadeiramente correspondidos. Estar com a pessoa que se ama assim como ela também querer estar com você. Tendemos a gostar de pessoas que não correspondem aos nossos sentimentos. Não é culpa delas. Não é nossa culpa. Não se manda em sentimentos. Não se define de quem vamos gostar, amar ou odiar. Resta-nos então aceitar a indiferença debandada por migalhas de atenção. Ter as noites atormentadas com o rosto e a voz da amada passeando em nossos pensamentos, como uma alma perdida.
E aqueles que tem a felicidade de ter ao seu lado, seu verdadeiro e correspondido amor, palavras da Paula Toller:
"Jogue suas mãos para o céu e agradeça se acaso tiver / Alguém que você gostaria que / Estivesse sempre com você / Na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê."



Feelings are never truely corresponded. To be with a person that you love as so she also wanting to stay with you. We tendency to like people that can't return this feeling. That's not their fault. That's not our fault. You can't command a feeling. We can't define who we'll like, love or hate. So, left to us to accept the disperced indifference for attention crumbs. To have the nights tormented with the beloved face and voice. Walking through our thoughs, like a lost soul.
And to those whose have the happiness of have by their sides, their true and corresponded love, words from Paula Toller:
"Hold up your hands to the skies and be thankful if anyway do you have / Somebody that you would like to / Always be there with you / On the streets, on the rain, on the farm or at a little house of clay."

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