quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Tablespaces BigFile, Normais e seus tamanhos: Como e quando usá-los

Até a versão 9i do Oracle, você normalmente podia criar tablespaces com datafiles até 32G (aproximadamente). Eles eram (são) chamados "Smallfile Tablespaces". Particularmente prefiro chamá-los de "Normalfiles", porque "Small" me dá uma impressão de um tamanho até 2G ou 4G. Na versão 10g em diante o Oracle te deixa criar tablespaces com datafiles maiores, até 128T dependendo da arquitetura do SO (64 bits) e do tamanho dos blocos (32K).
Usando Tablespaces Smallfile normalmente um administrador de banco de dados pode criar até 1024 datafiles, cada um até 32G - o que nós dá aproximadamente 34T de dados - usando um block size de 8K. Bem sabemos que atualmente esse volume de dados é insignificante para alguns sistemas/empresas, como a Google, VISA, etc. Especialmente aquelas que armazenam vídeos, imagens de alta resolução e áudio.
Uma Tablespace BigFile pode armazenar mais de três vezes um banco de dados completo que utiliza apenas smallfiles, em uma única tablespace. Usando um block size de 32K o banco de dados pode atingir 8 Exabytes. É muito dado armazenado. Infelizmente isso também pode trazer problemas. Quanto maior for o datafile, maior será o tempo para restaurar seu backup ou realizar alguma manutenção nele.
Algumas dessas manutenções requerem que o sistema fique off-line, dependendo do que esteja armazenado nesse datafile. Uma boa prática para evitar isso seria desenhar o modelo de dados de modo que possa dividir as tabelas que guardariam dados grandes (ex.: tabelas com campos BLOB ou CLOB) em tablespaces BigFile, enquanto o restante dos dados permaneceria em tablespaces normais.. Ou ainda você pode particionar a tabela colocando os dados que são menos acessados em uma partição dentro do BigFile. Fazendo isso apenas uma parte do seu sistema ficaria inacessível durante uma manutenção.
Por exemplo, em um sistema de gestão hospitalar e diagnósticos. Você pode colocar as tabelas que armazenam vídeos e imagens para diagnósticos em um BigFile, enquanto o estoque, faturamento e outras rotinas administrativas podem ficar na tablespace normal. Desse modo apenas uma parte do sistema (diagnósticos) ficaria inacessível durante a manutenção.
Por outro lado já existem Appliances (máquinas fechadas com configuração de fábrica direcionada para ambientes e fins específicos) feitos para lidarem com essas necessidades, como o BigData e ExaData da Oracle, InfoSphere e Watson Foundation da IBM, o CISCO USC (da CISCO, claro) e muitos outros.
Então, é melhor você ter um conjunto de pequenos soldados, que movem-se mais rápido e distribuem-se de vários lados, ou um único enorme soldado, movendo-se lentamente e de uma única direção? Tudo depende da sua estratégia!


BigFiles Tablespaces, Normal Tablespaces and Tablespaces Sizes – How and When to use them

Until Oracle version 9i you normally only could create tablespaces with datafiles up to 32G (near that). They're called “Smallfile Tablespaces”. Particularly I prefer to call them “Normalfile”, because Small gives an impression of a size up to 2G or 4G. With version 10g and further, Oracle lets you create tablespaces with larger datafiles, up to 128T depending on the OS architecture (64 bits) and block size (32k).

 With a Smallfile Tablespace, normally the database administrator can create up to 1024 datafiles with 32G each – which gives nearly 34T of data – using 8K block size. We know that nowadays this amount of data isn't significant for some systems/companies, like Google, VISA, etc. Specially those which store videos, high resolution images and audio.
 A BigFile Tablespace can store more then three times a hole database that uses smallfiles, in a unique tablespace. Using a 32K block size, the database can reach 8 exabytes.  It's a huge amount of data. Unfortunately this can also bring some problem. As bigger is the datafile, as longer will be the time to restore its backup or do some maintenance on it.
 Some of those maintenance must bring the system offline depending on what is stored in the datafile. A good practice to avoid it, is to design your database in a way that you can divide tables that store large data (e.g.: Tables with BLOB or CLOB data) into a big file tablespace while the others in a normal tablespace. Or also you can partioned the table putting the less accessed data into the big file tablespace. In doing this, only a part of your system will be inaccessible during a maintenance.
 For example, in an Hospital Informatics System you can divide the tables which stores videos and images for diagnosis in a big file, while the stock, billing and administrative routines can stay in a normal tablespace, making that the system become available for those routines while only the diagnosis part will be offline for a maintenance.


On another hand there are Appliances (closed servers with a factory made configuration ready and directed for an specified needing) built to deal with those necessities, like BigData or ExaData, from Oracle, InfoSphere and Watson Foundations, from IBM, the CISCO USC and many others.

 So, is better you have a bunch of small soldiers, that move faster and from many sides, or one big and strong soldier, moving slowly and in a unique direction, in your army? All depends on your strategy! 




quinta-feira, 24 de abril de 2014

And if there was Black Metal bands 5.000 years ago?

 
"There shall not be found among you anyone who burns his son or his daughter as an offering,[a] anyone who practices divination or tells fortunes or interprets omens, or a sorcerer 11 or a charmer or a medium or a necromancer or one who inquires of the dead, for whoever does these things is an abomination to the Lord" Dt. 18, 10 - 12
Black Metal bands probably would have all of its components burned and stoned (not necessarily in this order) in those times, 5.000 years ago. With its lyrics full filed with death, witchcraft, references to ancient satanic rituals and demons, those bands become easy targets of religious fanatic or simply unenlightened people, who believe that the mere fact that you wear a shirt of any of these bands and listen to their music turns you into a follower of Lucifer. Okay that early black metal was part of a movement against Christianity, often encouraging followers to literally burn churches. But particularly I listen black metal as well as other types and rock bands and doesn't mean that I'm a worshiper of the devil and make sacrifices with newborns on the Sabbath.
Even recently, I found a band that seems to be little known here in Recife, and why not say here in Brazil: Acid Witch. The band is from Detroit and brings a sound that differs from the traditional riffs of the Black Sabbath. They even use a keyboard in many songs (very unusual for black metal). All production is done by members of the band, bringing back that old underground attitude is missing nowadays. And I found the keyboards very cool.
I also found a very cool Metal website (Black Metal, Death, Classicals, etc...). You can find (and download) a lot of good stuff there, like Sacrificia Mortuorum (France), Nartvind (Belgium), Dauden I Mørke (USA), Ghremdrakk (Belgium), Darkspace (Switzerland), Akerbeltz (Spain), Vomitor (Autralia), besides, of course, the Norwegian Immortal. I even found national stuffs like Catacumba, Hecate, Funeral WinterDust and Omfalos.
Another website which I indicate to buy t-shirts (and other stuffs) is Hell'sHeadbangers. I bought an Acid Witch t-shirt there, and it arrived a few days ago. Ok, it was two months later but it's acceptable, once the product comes from abroad and pass through a several of brazilian customhouse bureaucracy to arrive at my home. If you want something faster I suggest the RockStore with a nice variety of t-shirts or TudoRock with good prices.
I went to the old downtown (Recife Antigo) try to drink some beer, listening the good and old nordic metal, but I heard, and confirmed my suspicious, that the Bar do Metal (Bar of the Metal), in the Bom Jesus Lane, is closed. Now I'm looking for another similar place. A company partner told me that in Tomazina Street, after the Burburinho bar, they play metal in one of those bars. I went there one of these days but all the place was too obscure. I miss the Bar do Metal near the Ponte do Janga (Janga's Bridge)...

E se existisse Black Metal há 5.000 anos atrás?



"Não haja em teu meio quem faça passar pelo fogo o filho ou filha, nem quem consulte adivinhos, ou observe sonhos ou agouros, nem quem use a feitiçaria; nem quem recorra a magia, consulte oráculos, interrogue espíritos ou evoque os mortos. Pois o Senhor abomina quem se entrega a tais práticas." Dt. 18, 10 - 12
As bandas de Black Metal provavelmente teriam todos os seus integrantes queimados e apedrejados (não necessariamente nessa ordem) naqueles tempos, a 5.000 anos atrás. Com suas letras recheadas de morte, feitiçaria, referência a antigos rituais satânicos e demônios essas bandas tornam-se alvos fáceis de religiosos fanáticos ou simplesmente não esclarecidos, que acreditam que o simples fato de você usar uma camiseta de alguma dessas bandas, ou escutar suas músicas, o tornam um propenso seguidor de lúcifer.
Tudo bem que no começo o Black Metal fazia parte de um movimento contra o Cristianismo, muitas vezes incentivando os seguidores a queimarem literalmente igrejas. Mas particularmente escuto Black Metal, assim como outros tipos e bandas de rock e nem por isso sou um adorador do demônio e faço sacrifícios com recém-nascidos no Sabbath.
Inclusive, recentemente, encontrei uma banda que parece ser pouco conhecida aqui em Recife, e porque não dizer aqui no Brasil: Acid Witch. A banda é de Detroit e trás um som que difere dos tradicionais riffs do Black Sabbath. Inclusive com uso de teclado em muitas músicas (bem incomum no black metal). Toda a produção é feita pelos integrantes da própria banda, trazendo de volta aquela velha atitude underground que falta hoje em dia. O tecladinho ficou muito massa...
Achei também um site bem bacana de Metal (Black Metal, Death, Clássico, etc.). Dá pra encontrar (baixar) muita coisa boa lá, como Sacrificia Mortuorum (França), Nartvind (Bélgica), Dauden I Mørke (EUA), Ghremdrakk (Bélgica), Darkspace (Suíça), Akerbeltz (Espanha), Vomitor (Austrália), além de claro a Norueguesa Immortal. Achei até coisas nacionais, como Catacumba, Hecate, Funeral WinterDust e Omfalos.
Outro site que eu recomendo para comprar camisas importadas é o Hell'sHeadbangers. Comprei uma camisa do Acid Witch lá e ontem a encomenda chegou. Dois meses depois, mas é aceitável, uma vez que o produto é despachado do exterior e passa por toda uma burocracia para chegar. Se você quiser uma coisa mas rápida eu sugiro a RockStore com uma boa variedade de estampas de camisas ou a TudoRock com ótimos preços.
Fui ao Recife Antigo tentar tomar umas em um bom bar que tocasse o bom e velho metal nórdico, mas fiquei sabendo, confirmando minhas suspeitas, que o Bar do Metal, na Travessa do Bom Jesus, fechou suas portas. Agora estou em busca de outro lugar semelhante. Um brother da empresa me falou que na Rua Tomazina, depois do Bar Burburinho, rola Metal em um daqueles bares. Passei lá um dias desses mas a coisa estava muito obscura. Saudades do Bar do Metal próximo a Ponte do Janga...
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