terça-feira, 15 de outubro de 2013

Civic and Moral Edication... Why did you go away?

 
I was about to wait a little more to post this, because I was looking for my old school evaluations rates, but as today is Teachers Day (at least here in Brazil) I post this kind of testimonial to those, that in a kind of way gave so much contribution to our ethic and moral formation.
At the end of the 80's, when I still studied at São Bento School from Olinda, we still could find in our program a subject which I, particularly, can't understand why it was took away: Civic and Moral education. The subject was introduced as mandatory during the Military Regime. The subject treated questions related to the society. The strengthening of national unity and sense of human solidarity, the improvement of character, the moral support, dedication to family and community and the preparation of citizens for the exercise of civic activities on the basis of morality, patriotism and constructive action, for the common good. In the year of 1998 was abolished from the PCN (National Standard Program), indeed, ethics, solidarity and social contribution are superfluous things and not a part of the subjects to the University entrance exams.
I'm not saying that lack of this subject in current school program has as consequence a society based on futile values and degraded. Much of this comes from the family values ??and even religious values ??and teachings. I'm not trying to evangelize or convert anyone here. Just observed it all through my evolution among three messy decades that I have passed.
The extinction of the subject doesn't mean the end of the community values, but at least, it was something. Little things that go currently unnoticed from teachings from parents to their children. Parents who don't teach children to don't throw garbage on streets. Don't teach their children to respect their teachers and older. Parents who don't accompany children studyies and leave the TV and internet build their education. And parents who don't teach to save resources, water and to recycle. Perhaps isn't their fault, because they hadn't access to those teachings and be able to pass them on.
However surprises me (and disappoint me) to see people whose should be example of moral and ethic, being embezzling, stealing resources, facilitating illicit things and stomping people. But, so what? The people itself, electors, choose them to their representation! So, why to conscience people about the importance of their vote? Which are the values that the children of those politicians are learning? Who cares?
Lucky for us that not everything is lost. There are still people in the command which insists on moral and ethic values as the basis of a just and dignified society for all citizens. People like Mr. Joaquim Barbosa, Minister of the Supreme Court, and the General Attorney of the Republic, Mr. Rodrigo Janot whose defends the prison for those involved in the Brazilian corruption scandal called "mensalão" that presented court appeals merely with the purpose to postponing the final decision.
Maybe they had good evaluations on this discipline...


Educação Moral e Cívica... Por que te fostes?


English Version:
http://tinyurl.com/pokxjyb

Eu ia esperar um pouco mais para postar isso, procurando meus antigos boletins escolares, mas como hoje é Dia dos Professores, posto meio que como uma homenagem a esses que de certo modo fazem parte de muito da nossa formação ética e moral...
 
No final dos anos 80, quando estudava no Colégio de São Bento de Olinda, ainda encontrava no currículo escolar uma disciplina que, particularmente, não entendo porque foi retirada: Educação Moral e Cívica. A disciplina foi introduzida como obrigatória na época da Ditadura Militar. A disciplina trabalhava questões relativas à sociedade. O fortalecimento da unidade nacional e do sentimento de solidariedade humana, o aprimoramento do caráter, com apoio na moral, na dedicação
à família e à comunidade e o preparo do cidadão para o exercício das atividades cívicas com fundamento na moral, no patriotismo e na ação construtiva, visando o bem comum. Em 1998 foi abolida do PCN (Padrão Curricular Nacional), afinal, ética, solidariedade e contribuição social são coisas supérfluas e não caem no vestibular.
Não estou afirmando que a falta dessa matéria nos atuais currículos escolares tem como conseqüência a sociedade baseada em valores fúteis e degradada que vivemos atualmente. Grande parte desses valores vem da família e até mesmo de ensinamentos e valores religiosos. Não estou querendo catequizar nem converter ninguém.
Apenas venho observado tudo isso nessa minha evolução entre três décadas bagunçadas que tenho passado. A falta dela não acaba com os valores da sociedade, mas pelo menos ela era alguma coisa. Pequenas coisas que atualmente passam despercebidas dos ensinamentos dos pais para os filhos. Pais que não ensinam seus filhos a não jogarem lixo na rua. Que não ensinam seus filhos a respeitarem o(a) professor(a) e os mais velhos. Que não acompanham seus estudos e os largam aos cuidados da tv e internet. E pais que não ensinam a poupar recursos, água e reciclar. Talvez não por culpa deles, mas
porque não tiveram acesso a esses ensinamentos para poder passá-los adiante.
Muito me admira (e decepciona), entretanto, ver pessoas que deveriam ser exemplo de ética e moral, estarem desviando dinheiro, roubando recursos, facilitando tramóias e pisando nas pessoas. Mas, qual é? As próprias pessoas, os eleitores, os escolheram para serem seus representantes! Afinal para que conscientizar as pessoas da importância do seu voto? Pra que a Educação Moral e Cívica em nossas salas de aula conscientizando os alunos, futuros eleitores, disso? Que valores os filhos desses políticos estão aprendendo com seus pais? Quem se importa?
Para nossa sorte nem tudo está perdido. Ainda existem pessoas com poder e no poder que insistem nos valores éticos e morais como base de uma sociedade justa e digna a todos os cidadãos. Pessoas como o Sr. Ministro Joaquim Barbosa e recentemente o procurador-geral da República, Sr. Rodrigo Janot que defende a prisão dos envolvidos no mensalão por apresentarem recursos meramente protelatórios.
Acredito que eles tiravam boas notas em Educação Moral e Cívica...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Stoning

"If there be found among you, within any of thy gates which the LORD thy God giveth thee, man or woman, that hath wrought wickedness in the sight of the LORD thy God, in transgressing his covenant, and hath gone and served other gods, and worshiped them, either the sun, or moon, or any of the host of heaven, which I have not commanded; And it be told thee, and thou hast heard of it, and inquired diligently, and, behold, it be true, and the thing certain, that such abomination is wrought in Israel: Then shalt thou bring forth that man or that woman, which have committed that wicked thing, unto thy gates, even that man or that woman, and shalt stone them with stones, till they die. (...). The hands of the witnesses shall be first upon him to put him to death, and afterward the hands of all the people. So thou shalt put the evil away from among you."
 
 
And that's the history of a cruel God, full of hate and revenge against those whose didn't worshiped him or followed His commanders. A God different from that one found in the New Testament. Different, but the same. As they say...
I even thought in trying this, stoning someone or some live being, to show here such experiment, but this act is so cruel that only a sick mind, a psych idiot or someone with a great fury against another would do this thing or would watch this naturally. Death by stoning is cruel, slowly and painfully, because our body can resist the stone impacts, absorbing little by little, accumulating the pain until the moment we fell unconscious (but still alive). I would stoning some body in the third case above, a great angry, but I haven't nowadays someone which I hate so much and so intensely.
In the Israelite Torah, which correspond to the five first books of the Hebrew Bible (Genesis, Exodus, Leviticus, Numbers and Deuteronomy), and the Mishna give a lot of reasons to sentence someone to death by stoning. From the adultery (mainly), blasphemy to wizard and idolater another gods. For sure if the practice of stoning would be used nowadays for the punishment of the sins sentenced by it, there wouldn't have enough stones in the world.
Although the stoning still is used as punishing in some countries or villages, for most religions, even Judaism, stoning doesn't has to be obligatorily throw stones over someone. The "stones" can be actions, words or attitudes which punishes the sinner, once that for some people it can be as hard as stones. The important thing is the message left. Sure, sometimes people takes the message by the word, and very enthusiastically, throw rocks.
I suggest you watch the movie "The Stoning of Soraya M." or read the book of the journalist Freidoune Sahebjam for more references and to see how this kind of punishment can be misunderstand and manipulated by corrupt people with a fake moral.

Tome-lhe Pedra

 
"Se, em teu meio, em alguma das cidades que o Senhor teu Deus te da, houver um homem ou uma mulher que pratique o que desagrada ao Senhor teu Deus, transgredindo sua aliança e seguindo outros deuses para servi-los e prostrar-se diante deles, diante do sol ou da lua ou de qualquer astro do exército do céu - coisas que não ordenei - logo que te chegar a notícia, investigarás cuidadosamente o caso. Se for de fato verdade que se cometeu tal abominação em Israel, levarás às portas da cidade o homem ou a mulher que cometeu tal maldade o os apedrejarás até a morte. (...) As mãos das testemunhas serão as primeiras a levantar-se contra o réu para fazê-lo morrer, seguindo-se as mãos de todo povo. Assim eliminarás o mal do teu meio." Dt 17, 1 - 7
 
 
E essa é a história de um Deus cruel, cheio de ódio e vingança contra aqueles que não o adorassem ou seguisse seus mandamentos. Um Deus diferente do que encontramos no Novo Testamento. Diferente, porém o mesmo. Assim o dizem...
 
Até pensei em experimentar tal ato, o de apedrejar alguém ou algum ser vivo, para expôr tal experiência aqui, mas é uma coisa de tamanha crueldade que apenas uma pessoa perturbada, um demente doente mental, ou com um ódio muito grande, faria tal coisa ou assistiria tal ato de agrado. A morte por esse meio é cruel, lenta e dolorosa, pois nosso corpo tem uma resistência a esses impactos, absorvendo-os aos poucos, acumulando a dor até o momento de desfalecer (porém ainda vivo). Eu apedrejaria alguém no terceiro caso, das pessoas com ódio muito grande, porém não tenho hoje ninguém a quem odiaria de tamanha forma e intensidade. No Torá, que corresponde aos cinco primeiros livros da Bíblia Hebraica (Gênesis, Êxodos, Levítico, Números e Deuteronômio), e no Mishná são várias as razões para se condenar alguém a morte por apedrejamento. Desde o adultério (principalmente), a prática de bruxarias, blasfemar ou adorar outros deuses.
 
Com certeza se as leis para prática do apedrejamento fossem seguidas por uma maioria nos dias de hoje, não haveria mais pedras suficientes nesse mundo. Embora o apedrejamento ainda seja utilizado em alguns países ou regiões como forma de punição, para muitas religiões, até mesmo para o próprio Judaísmo, não significa que o apedrejamento deva ser utilizado literalmente. As pedras podem ser ações, palavras e atitudes que punam o transgressor, uma vez que essas podem ser consideradas por alguns tão duras quanto pedras. O importante é a mensagem deixada. Claro, algumas pessoas sempre interpretam essas mensagens ao pé da letra ou com muito entusiasmo.
 
Assistam "The Stoning of Soraya M." ou leiam o livro do jornalista Freidoune Sahebjam para mais referências e ver como esse tipo de punição pode ser manipulada por pessoas corruptas e de falsa moral.


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Criando Túnel SSH

Vamos lá tentar retomar essa vida inútil de blogueiro, tirando as teias de aranha e o pó dos cantos. Vou retomar meus escritos registrando aqui uma coisa para que eu não esqueça novamente e que tomou quase todo o meu dia de ontem tentando configurar: Fazer um túnel via SSH pelo Putty! O cenário que me levou a essa necessidade foi o seguinte. Eu tinha acesos via SSH pela porta 777 a um servidor Oracle de banco de dados em um host remoto, e precisava acessar esse banco através de uma aplicação local em minha máquina. A primeira coisa a se configurar é a conexão ao host remoto. Por exemplo, você precisa acessar o banco de dados que está no servidor 201.200.175.203, porém o acesso remoto está liberado na porta 777. A configuração ficaria da seguinte forma no Putty:
A próxima etapa é fazer a configuração do túnel (Tunnels). Essa coisa toda de túnel, ou tunneling como é popularmente conhecido, é quase um WormHole usado nas viagens do Capitão Kirk e sua nave Enterprise. Eu simplesmente informo que quando eu acessar a porta XXXX na minha máquina localmente, ele irá acessar o local especificado na conexão criada:
Traduzindo o que foi feito na figura acima. Estou informando que vou usar a minha porta 1521 (Source port) para acessar o servidor “server-oracle” - também poderia ser informado um IP – na porta 1521. Clicar em “Add” para criar a configuração:
Agora vem o pulo do gato! O detalhe mágico que fará sua aplicação acessar o banco através do TNSNAMES. Você deverá informar o ip 127.0.0.1 no HOST do tnsnames para esse banco:
O SERVICE_NAME (ou SID) deverá conter o nome do banco que você deseja acessar. Com essa configuração será possível então fazer com que qualquer aplicação sua (TOAD, SQL Developer, BDE, etc.) possa acessar o banco remoto através do seu Client.

SSH Tunneling

Let's try to get back to this useless life of blogger, taking out the spider webs and dust of the room corners. I'll return my posts registering here something to I never forget again, once it took all of one entire of my days trying to configure: A SSH tunneling through Putty! The scene which lead me to this need was that once I had a SSH access through 777 port, on a Oracle Database Server into a remote host, I had to access this database through some local application at my computer. First thing to do is configure the connection to the remote host. For example, you need to access a database that is at the 201.200.175.203 ip server, but your remote access is opened at 777 port. The configuration on Putty would be similar to this:
Next step is to configure the tunneling. This stuff called tunneling is almost like the Worm Holes used by Capitain Kirk and the Enterprise. You just have to inform to Putty that when you try to access the XXXXX port on your local machine, system will foward you to the host and port specified on your configuration: Translating what was done on the figure above. I'm informing that I'll use my local port 1521 (Source Port) to gain access to the DB server “server-oracle” - we could also inform an IP address there – at 1521 port. Click “Add” to create this configuration:
And now comes the phylosofal stone secret! The magic that will make your local application access the remote database through your TNSNAMES. You must have to inform at the HOST of your session the 127.0.0.1 IP for this database:
O SERVICE_NAME (or SID) must have to contain the database name which you would like to access. Thus, with this configuration, will be possible to make that any of your local apllications (TOAD, SQL Developer, BDE, etc.) to access the remote database trhough your Oracle Client.
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